
A pesquisa abaixo é o resultado do trabalho da disciplina de Pesquisa e Análise de Mercado do curso de Gestão Empresarial com Ênfase em Marketing da Faculdade de Tecnologia de Indaiatuba e foi realizada entre Maio e Junho de 2010..
Foram entrevistadas, aproximadamente 3200 pessoas.
O resultado desta segunda pesquisa mostra não só as dúvidas e medos da população, mas retrata a opinião de grande parte dos cidadãos brasileiros que continuam tendo, na falta de informação, o principal empecilho no momento de decidir sobre a doação de órgãos.
Agradecemos aos alunos, professores e a direção da Faculdade de Tecnologia de Indaiatuba e a todos que realizaram e participaram desta pesquisa em especial ao Prof. Virgilio Itaiuti Panzetti que coordenou os trabalhos.
Veja também a pesquisa anterior feita no ano de 2006. clique aqui
Clique nos tópicos abaixo: em vermelho para ABRIR
.............................................. em verde para FECHAR
A doação de órgãos é um tema muito polêmico. Muitos defendem seus pontos de vista, uns apoiando, outros condenando, mas o consenso é que a doação de órgãos possui o potencial de salvar muitas vidas. O medo das pessoas aliado com o preconceito e a falta de informação faz com que as pessoas evitem até mesmo comentar sobre o assunto.
Identificar quais as barreiras que dificultam as pessoas de se tornarem doadoras de órgãos.
• Descobrir quais são os motivos que impedem as pessoas de se tornarem doadoras.
• Conhecer o quanto as pessoas sabem a respeito de doação de órgãos.
• Verificar o número de possíveis doadores de órgãos baseado em nossa amostra.
• Analisar o quanto os familiares podem interferir na decisão de doação de órgãos.
• Identificar quais os fatores que influenciam a intenção de se tornar doador de órgãos.
Exploratória.
Método quantitativo.
Aleatória simples.
Aproximadamente 3200 pessoas.
Homens e mulheres a partir de 15 anos.
GABRIEL – Grupo de Atuação Brasileiro para Realização de Transplantes Infantis e Estudos do Tubo Neural em parceria com OPO – Unicamp.
A doação de órgãos.
Turma do 5º semestre (ênfase em marketing).
Maio/Junho de 2010.
Para entendermos mais sobre o tema doação de órgãos convidamos o casal, Sra. Maria Inês Toledo de Azevedo Carvalho e o seu marido o Sr. Valdir de Carvalho, ambos responsáveis pela ONG Gabriel, que nos proferiram um pequeno seminário sobre o tema. O relato abaixo é um resumo da apresentação deles, o qual contribui para formalização do questionário da pesquisa.
No ano de 1998 o casal Maria Inês e Valdir descobriu que a filha que esperavam apresentava um problema de saúde conhecido como anencefalia ou ausência do cérebro, o que possibilitaria ao casal a possibilidade de solicitar judicialmente a interrupção da gestação. No entanto estes tomaram uma decisão inusitada: Maria Inês realizaria o parto com a intenção de doar os órgãos de seu bebê anencéfalo. No entanto a legislação não previa a doação de órgãos para esses casos por não haver como comprovar a morte encefálica, quesito exigido para a captação de órgãos. Indignados com a proibição, o casal teve a solidária e pioneira decisão de fundar uma Organização não Governamental a ONG GABRIEL (Grupo de Atuação Brasileira para a Realização de Transplantes Infantis e Estudo do Tubo Neural), que existe até hoje com o objetivo de conscientizar e incentivar a população acerca da doação de órgãos, utilizando como referencia a visão do doador e não do receptor. Naquele ano o índice de doação de órgãos era muito mais baixo que o atual, no caso da cidade de Indaiatuba este índice era nulo.
Segundo a Fundadora da ONG, até hoje muito dos possíveis potenciais doadores desconhecem ou não possuem conhecimento suficiente à respeito do tema doação, gerando grandes filas de espera em que quase 50% morrem antes mesmo de receber órgãos para transplante. Maria Inês nos informou que apesar das campanhas incentivando a Doação de Órgãos, o número de doadores no Brasil ainda é pequeno comparado a outros países como a Espanha e Argentina.
A palestrante Maria Inês declarou ainda que, não existe no país documento que comprove que alguém é doador mesmo que tenha manifestado esse interesse em vida, o que é considerado nos casos de morte cerebral é apenas a opção da família após o falecimento do potencial doador. A palestrante acredita que as pessoas têm muitas dúvidas sobre o assunto e à doação acaba não ocorrendo, pois mesmo os hospitais não são capazes de sugerir essa opção.
Durante a palestra muitas dúvidas puderam ser esclarecidas, como:
• A captação de órgãos não é realizada pelo hospital, e sim por uma equipe externa e capacitada para a extração de órgãos;
• É possível doar órgãos em vida em casos especiais;
• No Brasil, a fila de espera é por ordem de entrada, e não pode ser alterada, mesmo em casos em que o doador tenha vínculo familiar.
Os fundadores da GABRIEL acreditam ser necessário criar uma política nacional de conscientização e esclarecimento sobre o tema para que aumente o número de doadores de órgãos na população brasileira e, assim, mais vidas sejam salvas.
Sabe-se que em alguns países a doação de órgãos é uma atitude que já faz parte do cotidiano das pessoas, e não é necessário trabalhar tanto na conscientização da população, pois este assunto já faz parte da cultura destes países, que ensinam a importância da doação desde a infância. Outro ponto abordado foi a falta de preparo e capacitação dos profissionais da área de hospitais/clínicas, fazendo com que as pessoas não confiem no local, ou, para os que procuram doar, encontrem problemas na falta de estrutura.
Com isso, a ONG GABRIEL quer descobrir as razões que impedem as pessoas de se tornarem doadoras de órgãos, contando com o auxílio dos alunos da FATEC-ID, da ênfase em marketing, 5º semestre, na disciplina pesquisa e análise de mercado. No apêndice quatro, encontra-se o nome de todos os alunos que colaboraram com a pesquisa.
.Após a aplicação do questionário e a tabulação dos resultados passamos para a confecção do relatório final da pesquisa. No Apêndice 1 encontra-se o questionário que foi utilizado e no Apêndice 2 a tabulação final. Agora seguem nossas impressões sobre o resultado da pesquisa, comentários e análise das questões.
Buscamos na primeira questão saber onde o pesquisado morava.
Foram citadas 83 cidades, divididas da seguinte forma:
Indaiatuba com 39%, Campinas 16%, Salto 12%, Itu 7%, São João da Boa Vista 4%, Cabreúva 2% e as demais 20%, conforme mostra a Figura 1.
No Apêndice número 3, colocamos a relação completa de todas as cidades citadas na pesquisa.
Figura 1 – Cidades
Fonte: 5º semestre marketing | Base: 3146
Percebemos na questão número 2, Figura 2, um equilíbrio entre pesquisados do sexo masculino e feminino, 49% e 51% respectivamente.
Figura 2 - Sexo
Fonte: 5º semestre marketing | Base: 3.021
Podemos observar na Figura 3, relativo à questão do mesmo número, que há uma predominância de pessoas de 20 a 35 anos representando 45% dos entrevistados, com menos de 20 anos temos 27%, entre 36 e 45 anos 16%, na faixa etária de 46 a 60 anos 9% e os maiores de 60 anos são 3%.
Figura 3 – Faixa Etária
Fonte: 5º semestre marketing | Base: 3.075
Na questão 4 abordamos sobre o conhecimento do assunto doação de órgãos, demonstrado na Figura 4. São poucos os que conhecem muito, apenas 8%, com um bom conhecimento sobre doação de órgãos temos 29%, já 37% apresentam um conhecimento razoável, 23% pouco conhecimento e 3% dos entrevistados disseram que desconhecem o assunto.
Figura 4 – Conhecimento sobre o assunto
Fonte: 5º semestre marketing | Base: 3.011
Na quinta questão, perguntamos se as pessoas sabiam como proceder para se tornar um doador, 44% das pessoas têm dúvidas sobre como se tornar um doador, 24% não sabem como se tornar doador e 32% sabem como proceder para se tornar doador de órgãos, conforme apresentado na Figura 5.
Figura 5 – Conhecimento para se tornar doador
Fonte: 5º semestre marketing | Base: 3.064
Você tem conhecimento de que após o falecimento é a família quem decide sobre a possibilidade de doar órgãos? Foi a nossa indagação na questão de número 6, apresentado na Figura 6.
Figura 6 – Você tem conhecimento de que é a família que decide sobre doação de órgãos
Fonte: 5º semestre marketing | Base: 3.066
Na sétima questão perguntamos. Em sua opinião por que muitas pessoas não doam órgãos? O principal motivo da não doação é a falta de informação com 54%, o medo é responsável por 28% e 11% dos entrevistados disseram que não doariam por egoísmo. Como podemos observar na Figura 7.

Figura 7 – Motivos da não doação de órgãos
Fonte: 5º semestre marketing | Base: 3.146
Quando os entrevistados foram questionados se eram ou não doadores na pergunta 8, obtivemos quase um empate, 51% se disseram doadores e 49% não, como se observa na Figura 8.

Figura 8 – Você é doador de órgãos
Fonte: 5º semestre marketing | Base: 2.889
Sobre doação de órgãos em vida, seja para um parente, amigo ou conhecido, fizemos a nona questão. O resultado demonstra que 87% estariam dispostos a doar nessas condições e 13% das pessoas pesquisadas se negariam a fazer a doação, conforme a Figura 9.

Figura 9 – Opção em doar órgãos em vida a parente, amigos ou conhecidos.
Fonte: 5º semestre marketing | Base: 3.047
Quando os entrevistados foram questionados na décima pergunta se fariam a doação em vida para um desconhecido, obtivemos um empate. 50% dos entrevistados doariam a outra metade não, conforme expressado na Figura 10.

Figura 10 – Opção em doar órgãos em vida a desconhecido
Fonte: 5º semestre marketing | Base: 3.076
Essa foi a questão 11, como podemos observar o resultado na próxima figura. Para 62% dos entrevistados, a família não exerce influência no que se refere ao tema, enquanto para 38% deles, a opinião da família é relevante a respeito do tema.

Figura 11 – Influência da família na decisão de doar órgãos.
Fonte: 5º semestre marketing | Base: 3.001
Quando perguntados na questão 12 a respeito da reação dos familiares sobre o assunto doação de órgãos, 57% relataram não debater o assunto em casa, 38% dizem ter familiares a favor de doar órgãos e 5% dizem ter familiares contra o tema como demonstrado na Figura 12.

Figura 12 – Reação da família ao tema doação de órgãos
Fonte: 5º semestre marketing | Base: 3.069
Quando os entrevistados foram questionados a respeito da atitude que tomariam na ocasião da morte de um parente cujo desejo expresso em vida era de doar seus órgãos, 95% dos entrevistados autorizariam a doação após a morte. Enquanto 5% dos respondentes não autorizariam nem se soubessem do desejo do ente querido em doar seus órgãos, como vemos na Figura 13 representando a questão do mesmo número.
Figura 13 – Sabendo do interesse do parente falecido em doar órgãos, você autorizaria a doação.
Fonte: 5º semestre marketing | Base: 3.071

Sobre religião, na questão de número 14 perguntamos. A sua religião interfere em sua opinião a respeito da doação de órgãos? Na figura quatorze podemos observar que para 90% dos entrevistados a religião não interfere na opinião de doar órgãos, entretanto para 10% as religiões interferem.

Figura 14 – Interferência da religião na opinião de doar órgãos.
Fonte: 5º semestre marketing | Base: 3.065
A sua religião influenciaria na sua decisão de doar órgãos, foi a questão 15. 91% dos entrevistados afirmam que não, contra 9% que declararam que as religiões influenciam na decisão de doar órgão como demonstramos na Figura 15. O resultado das questões 14 e 15 foram semelhantes.

Figura 15 – Influência da religião na opinião de doar órgãos.
Fonte: 5º semestre marketing | Base: 3.058
Quando os entrevistados foram questionados a respeito das campanhas de doação de órgãos, na questão número 16, pudemos observar que 44% dos entrevistados avaliam a atuação das campanhas em prol da doação de órgão como regular, 23% como bom, 19% avaliam como ruim, 10% avaliam como ótima e 4 % avaliam como péssimo, conforme demonstrado na Figura 16.

Figura 16 – Atuação das campanhas em prol das doações de órgãos.
Fonte: 5º semestre marketing | Base: 3.090
Na questão 17 perguntamos: As informações que você já recebeu influenciaram/influenciam decisão em doar órgãos? Pudemos observar que para 52% dos entrevistados as informações recebidas não influenciaram a decisão de se tornar um doador, enquanto que 48% declararam ter sido influenciado pelas informações recebidas, conforme figura abaixo.

Figura 17 – Informações recebidas influenciam na doação de órgãos.
Fonte: 5º semestre marketing | Base: 3.018
Você acredita que o sistema de saúde da sua cidade esta preparado para o processo doação de órgãos, foi o que perguntamos na questão 18. 72% dos entrevistados não acreditam que o sistema de saúde de sua cidade esteja preparado para captação de órgãos, enquanto que para 28% deles o sistema de saúde de suas cidades está preparado, como apresentado na figura 18.

Figura 18 – Confiança na capacidade do sistema de saúde da cidade que vive.
Fonte: 5º semestre marketing | Base: 3.072
Quando os entrevistados foram questionados se conheciam o conceito de morte encefálica, na questão número 19. 67% declararam conhecer, já 33% declararam não saber, como demonstramos na figura abaixo.

Figura 19 – Conhecimento do conceito de morte encefálica.
Fonte: 5º semestre marketing | Base: 3.057
Nossa última pergunta foi: Você concorda que morte encefálica é igual à morte humana? Para 53% dos entrevistados a morte encefálica não é igual à morte humana, já para 47%, o homem morre quando seu celebro morre, praticamente um empate, como exibido na figura vinte.

Figura 20 – Morte encefálica e morte são iguais.
Fonte: 5º semestre marketing | Base: 2.989
Ao fazer uma análise da pesquisa, percebemos na amostra uma paridade na quantidade de homens e mulheres entrevistados. A maioria do público classifica-se como jovens e adultos de até 45 anos e a maior parte acredita que tem um nível de conhecimento razoável sobre a doação de órgãos. Percebemos também, que mais da metade dos entrevistados tem algumas dúvidas sobre como proceder para se tornar um doador e apenas 3% não tem conhecimento sobre esse processo.
Em relação ao conhecimento sobre a responsabilidade que a família tem na autorização da doação de órgãos verificamos que a maior parte tem conhecimento sobre essa questão.
Analisando os motivos que levam as pessoas a não doarem órgãos ficou claro que mais da metade dos entrevistados acreditam que o principal motivo é a falta de informação. Em segundo lugar ficou o medo e apenas uma minoria acredita que seja por religião ou egoísmo. Podemos supor que esse medo pode ser oriundo de falta de informação. Uma sugestão para uma futura pesquisa seria saber mais a origem desse medo, responsável pela não doação de orgãos.
Quando tratamos da doação de órgãos para parentes, amigos ou conhecidos verificamos que quase 90% dos entrevistados doariam seus orgãos, isso significa que muitas pessoas se tornariam doadores somente para atender esse público. Já no caso da doação para um desconhecido a população se dividiu, exatamente a metade declarou que não doaria órgãos para um desconhecido, dificultando assim, a realidade de transplantes, já que a maioria dos doadores compatíveis, em alguns casos, não são conhecidos.
Mais da metade dos entrevistados responderam que a família não é um fator crucial na decisão do indivíduo doar órgãos. Ao pergurtarmos aos entrevistados sobre como a família reage ao tema doação de órgãos, a minoria acredita que a família é contra e quase 90% dos dos entrevistados relataram que a família é a favor da doação de órgãos. A religião é um fator com pouca relevância em relação a doação, já que uma pequena parcela respondeu que ela interfere ou causa impacto na decisão sobre doação de órgãos.
Ao abordarmos sobre a avaliação do entrevistado em relação as campanhas em prol da doação de órgãos, verificamos que a maior parte dos entrevistados não avalia as campanhas com ruins ou péssimas, porém, apenas 10% afirmam ser ótimas. Diante disso, acreditamos que as campanhas precisam ser melhoradas.
Quanto ao sistema de saúde da cidades para o processo de doação de órgãos verificamos que a maioria das pessoas acreditam que suas cidades não estejam preparadas para realização desse processo, pois falta capacitação técnica aos profissionais de saúde.
Com base na amostra, percebemos que uma porcentagem considerável não tem conhecimento sobre o que é morte encefálica. O número de doadores poderia aumentar se a divulgação e concientização da população fosse maior. Pudemos observar através da pesquisa realizada que existem diversas barreiras que interferem na doação de órgãos, mas principais são:
1. A falta de informação;
2. A falta de diálogo familiar;
3. A ineficácia das campanhas em prol da doação de órgãos.
Acreditamos que os motivos que impedem a doação de órgãos são na maior parte advinda do ambiente externo, ou seja, existem agentes influenciadores.
Nota-se que a grande maioria dos entrevistados não possui conhecimento sobre a doação de órgãos e seus procedimentos, alegando que as campanhas de conscientização são de nível regular e que não se debate o assunto em família. Observamos que se conscientizado quanto a todos os procedimentos corretos, esse público poderá ser convertido em possíveis doadores de órgãos, visto que a maioria já afirma ser.
Por fim, muito ainda há por fazer quanto à conscientização da população a respeito da doação de órgãos. O incentivo às mobilizações em prol de campanhas deverá ocorrer amplamente em território nacional em diversas instituições, assim atingindo com eficácia todos os públicos, além de promover a quebra de paradigmas quanto à doação.
Pesquisa sobre doação de órgãos
Cidade: _______________
Sexo:
Masculino Feminino
Faixa Etária:
Menos de 20 de 20 a 35 de 36 a 45 de 46 a 60 maior de 60
Qual o seu conhecimento sobre doação de órgãos?
Muito bom Bom Razoável Pouco Nenhum
Você sabe como proceder para se tornar um doador?
Sim Tenho algumas dúvidas Não
Você tem conhecimento de que após o falecimento de um parente próximo, é a família quem decide sobre a possibilidade de doar órgãos?
Sim Não
Em sua opinião por que muitas pessoas não doam órgãos?
Medo Falta de informação Religião Egoísmo
Você é doador de órgãos?
Sim Não
Você doaria órgãos em vida para parentes, amigos ou conhecidos?
Sim Não
Você doaria órgãos em vida para um desconhecido compatível?
Sim Não
Sua família influenciaria na sua decisão em doar órgãos?
Sim Não
Como sua família reage a respeito do tema doação de órgãos?
É a favor é contra não debatem o assunto
Sabendo do interesse do parente falecido em doar órgãos, você autorizaria a doação?
Sim Não
A sua religião interfere em sua opinião a respeito da doação de órgãos?
Sim Não
A sua religião influenciaria na sua decisão de doar órgãos?
Sim Não
Como você avalia a atuação das campanhas em prol das doações de órgãos?
Ótimo Bom Regular Ruim Péssimo
As informações que você já recebeu influenciaram/influenciam decisão em doar órgãos?
Sim Não
Você acredita que o sistema de saúde da sua cidade esta preparado para o processo doação de órgãos?
Sim Não
Você conhece o conceito de morte encefálica?
Sim Não
Você concorda que morte encefálica é igual à morte humana?
Sim Não
2) Sexo: |
|
Masculino |
1472 |
Feminino |
1549 |
3) Faixa Etária: |
|
Menos de 20 |
837 |
de 20 a 35 |
1387 |
de 36 a 45 |
498 |
de 46 a 60 |
279 |
maior de 60 |
74 |
4) Qual o seu conhecimento sobre doação de órgãos? |
|
Muito bom |
249 |
Bom |
876 |
Razoável |
1098 |
Pouco |
692 |
Nenhum |
96 |
5) Você sabe como proceder para se tornar um doador? |
|
Sim |
987 |
Tenho algumas dúvidas |
1338 |
Não |
739 |
6) Você tem conhecimento de que após o falecimento de um parente próximo, é a família quem decide sobre a possibilidade de doar órgãos? |
|
Sim |
2544 |
Não |
522 |
7) Em sua opinião por que muitas pessoas não doam órgãos? |
|
Medo |
895 |
Falta de informação |
1701 |
Religião |
213 |
Egoísmo |
337 |
8) Você é doador de órgãos? |
|
Sim |
1461 |
Não |
1428 |
9) Você doaria órgãos em vida para parentes, amigos ou conhecidos? |
|
Sim |
2665 |
Não |
382 |
10) Você doaria órgãos em vida para um desconhecido compatível? |
|
Sim |
1536 |
Não |
1540 |
11) Sua família influenciaria na sua decisão em doar órgãos? |
|
Sim |
1150 |
Não |
1851 |
12) Como sua família reage a respeito do tema doação de órgãos? |
|
É a favor |
1164 |
é contra |
149 |
não debatem o assunto |
1756 |
13) Sabendo do interesse do parente falecido em doar órgãos, você autorizaria a doação? |
|
Sim |
2926 |
Não |
145 |
14) A sua religião interfere em sua opinião a respeito da doação de órgãos? |
|
Sim |
302 |
Não |
2763 |
15) A sua religião influenciaria na sua decisão de doar órgãos? |
|
Sim |
279 |
Não |
2779 |
16) Como você avalia a atuação das campanhas em prol das doações de órgãos? |
|
Ótimo |
298 |
Bom |
717 |
Regular |
1351 |
Ruim |
588 |
Péssimo |
136 |
17) As informações que você já recebeu influenciaram/influenciam decisão em doar órgãos? |
|
Sim |
1438 |
Não |
1580 |
18) Você acredita que o sistema de saúde da sua cidade esta preparado para o processo doação de órgãos? |
|
Sim |
868 |
Não |
2204 |
19) Você conhece o conceito de morte encefálica? |
|
Sim |
2045 |
Não |
1012 |
20) Você concorda que morte encefálica é igual à morte humana? |
|
Sim |
1403 |
Não |
1586 |
Cidade |
Pessoas |
Cidade |
Pessoas |
Americana |
30 |
Londrina |
1 |
Amparo |
23 |
Matão |
2 |
Araraquara |
12 |
Mogi Guaçu |
12 |
Ariranha |
2 |
Mogi Mirim |
2 |
Artur Nogueira |
1 |
Monte Alto |
1 |
Atibaia |
2 |
Monte Mor |
26 |
Barueri |
11 |
Monte Sião – MG |
1 |
Belo Horizonte |
8 |
Nantes |
2 |
Borda da Mata – MG |
2 |
Nova Odessa |
3 |
Bragança Paulista |
1 |
Osasco |
3 |
Brasília |
2 |
Passos – MG |
1 |
Cabreúva |
64 |
Paulínia |
11 |
Caieiras |
1 |
Pedreira |
2 |
Campinas |
489 |
Pereira Barreto |
1 |
Campos Gerais - MG |
1 |
Pindorama |
7 |
Capivari |
2 |
Piracicaba |
1 |
Caraguatatuba |
1 |
Porto Feliz |
4 |
Cardeal |
5 |
Ribeirão Preto |
5 |
Catanduva |
9 |
Rio Claro |
5 |
Conchal |
1 |
Rolândia - PR |
1 |
Cosmópolis |
1 |
S.Bernardo do Campo |
1 |
Curitiba |
1 |
Santa Adélia |
41 |
Elias Fausto |
27 |
Santa Bárbara D´Oeste |
7 |
Franca |
19 |
Santa Cruz das Palmeiras |
2 |
Hortolândia |
37 |
Santa Rita do Passa Quatro |
1 |
Indaiatuba |
1166 |
Santo André |
1 |
Itanhaém |
1 |
Santos |
1 |
Itapecerica da Serra |
1 |
São Caetano do Sul |
7 |
Itapetininga |
1 |
São Carlos |
6 |
Itapira |
3 |
São Carlos |
2 |
Itapoá |
1 |
São João da Boa Vista |
109 |
Itatiba |
1 |
São José Do Rio Preto |
1 |
Itu |
223 |
São José dos Campos |
9 |
Itupeva |
7 |
São Paulo |
45 |
Iturama – MG |
3 |
Sorocaba |
34 |
Jacutinga – MG |
1 |
Sumaré |
49 |
Jaguariúna |
1 |
Tatuí |
5 |
Jales |
2 |
Uberlândia |
13 |
Jandira |
1 |
Umuarama – PR |
1 |
Jundiaí |
43 |
Valinhos |
10 |
Limeira |
6 |
Vinhedo |
1 |
Salto |
375 |
ALISSA IEGOROFF DE ALMEIDA
ANA PAULA ZACCHI PEIXOTO
ANIELE CRISTINA RICCO
AURÉLIO SILVA COELHO DE OLIVEIRA
BRUNO DE LIMA SANTOS
BRUNO DOS SANTOS BARADEL
CAMILA BORTHOLETTO DE ASSIS
CARLA BORGES
CARLOS ROBERTO MENEZES DA SILVEIRA
DIEGO VINCIGUERRA
EDERSON BATISTA DE OLIVEIRA
GABRIELLY BOER VACCARI
GISELE PEREIRA DE CASTRO
JENEFER CAROLINA DA SILVA
JULIA PERES PLÁCIDO
KLÉBER YAMASHIRO
LETICIA MORAES ROSA
MARLON MATHEUS VICENTE DITTZ
MAYARA BACCINI PINTO
PAULINE ANDRESSA CAPRIOLI
PAULO ROBERTO MENDES
REGIANE DA SILVA PEREIRA
ROSELI DANTAS FRANCO DA SILVA
TALITA ESCUDERO SANDER
THAÍS BONITO BRIGATTO
VIVIAN OLIVEIRA PATRÃO
VÂNIA APARECIDA BERNARDO
YOSHIE CLARISSA SAKANOUE