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ASPECTOS POSITIVOS NA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS

 

 

Maior Política Pública - O Brasil possui a maior política pública de transplantes de órgãos e tecidos, pois mais de 90% dos procedimentos são pagos pelo Sistema Único de Saúde – SUS.

 

Qualidade dos profissionais – Os profissionais de saúde, médicos(as), enfermeiros(as), psicólogos(as), assistentes sociais que atuam nessa área são extremamente dedicados e capacitados para o que fazem.

 

Qualidade de Vida – Os pacientes transplantados adquirem, após o transplante, uma qualidade de vida incomparável ao período anterior ao tratamento. A grande maioria volta a uma rotina de vida igual ou às vezes até melhor, do que qualquer outra pessoa saudável.

 

Solidariedade – O brasileiro é solidário por natureza e sempre que é apelado a contribuir, se coloca à disposição. O que falta, no entanto hoje é a conscientização permanente desses indivíduos a incorporarem essa atitude ao seu cotidiano. Exemplos: quando há veiculação na mídia de massa sobre os procedimentos que salvam as vidas de outros brasileiros através da doação órgãos (reportagens, novelas, campanhas publicitárias) os índices de oferta aumentam sensivelmente.  Quando o assunto sai da pauta, esses números decrescem.

 

 

ASPECTOS NEGATIVOS

 

Falta de investimento público no incentivo à doação de órgãos. Faltam campanhas permanentes de esclarecimento ao público, fazendo com que grande parte das doações se concentre nos locais onde estão os grandes centros transplantadores, como Hospitais Universitários, Hospitais de Clínicas ou grandes Hospitais que mantém em funcionamento, equipes da Comissão Intra-hospitalar de doação de órgãos e tecidos, obrigatórias a todos os Hospitais acima de 80 leitos (Portaria do Ministério da Saúde no. 1.752, DE 23 DE SETEMBRO DE 2005)

 

Falta de verbas públicas – Hoje no país não existe nenhuma política pública destinada ao incentivo à doação de órgãos e tecidos. As inúmeras organizações sem fins lucrativos que atuam nessa área não recebem verbas públicas em qualquer dos âmbito (municipal, estadual ou federal) para poder realizar seu trabalho. Buscam na iniciativa privada apoio financeiro para sua sustentabilidade, enquanto cumprem o papel que deveria ser principalmente do Estado.

 

Falta de fiscalização - o Ministério da Saúde deveria fiscalizar e punir os Hospitais que não estão atuando em acordo com a Portaria e que não comunicam às Organizações de Procura de Órgãos sobre possíveis doadores, que se encontram com quadro de morte encefálica.

 

Conscientização dos profissionais de saúde – Ainda não há uma conscientização homogênea entre todos os profissionais que atuam na área. Muitos ainda desconhecem os procedimentos. Profissionais que atuam nas UTI’s, médicos e enfermeiros, são peças fundamentais para a realização da doação, pois ele é o elo principal entre a Doação e o Transplante. É ele que observa a evolução do quadro do paciente para uma possível morte encefálica. A partir daí a comunicação aos setores competentes deve ser feita de forma precisa bem os procedimento que garantam a estabilidade do doador até ser formalizada a doação.

 

A grande pergunta – Se os profissionais de saúde têm como missão a preservação da vida, por que ainda não fazem a comunicação dos diagnósticos de morte cerebral ou óbitos (para casos de retirada de córneas)? Onde está a falha: nos profissionais ou na estrutura hospitalar?

 

A outra grande pergunta - Porque o Estado gasta milhões em manutenção de tratamento paliativos como a hemodiálise, por exemplo, e não incentiva a doação de órgãos? Se as pessoas que se encontram hoje com indicação para transplante renal realizassem em curto espaço de tempo esse procedimento, milhões de reais seriam economizados no pagamento dos procedimentos de hemodiálise e poderiam ser destinados na melhoria das condições hospitalares, no incentivo à doação de órgãos, etc. etc.

Informações úteis para os Participantes

Organizadores

Apoio

Parceiros

PERSONALIDADES QUE SE MANIFESTARAM PUBLICAMENTE

Á FAVOR DA CAUSA DA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS

Procuramos colocar nesta página informações que possam ajudar na criação dos trabalhos dos participantes do 1° Salão de Humor sobre Doação de Órgãos. Mais informações também poderão ser encontradas nas demais pagina de nosso site como, por exemplo, a Galeria de Vídeos, onde temos diversas personalidades que manifestaram seu incentivo a Doação de Órgãos.

Se você tiver alguma informação que possa contribuir conosco na melhoria de nosso trabalho ou se tiver alguma dúvida, entre em contato conosco pela página Fale Conosco.

QUAIS OS ÓRGÃOS QUE PODEMOS DOAR EM VIDA?

 

Rim;

Pâncreas;

Medula óssea (se compatível, feita por meio de aspiração óssea ou coleta de sangue);

Fígado (apenas parte dele, em torno de 70%);

Pulmão (apenas parte dele, em situações excepcionais).

 

QUAIS OS ÓRGÃOS QUE PODEMOS DOAR APÓS A MORTE?

 

Um único doador pode beneficiar até 25 pessoas! Ou melhor, 25 vidas! No entanto, os transplantes mais comuns são assim classificados: Órgãos: coração, fígado, rim, pâncreas, pâncreas/rim, pulmão, intestino e estômago. Tecidos: sangue, córnea, pele, medula óssea, dura máter, crista ilíaca, fáscia lata, patela, costelas, ossos longos, cabeça do fêmur, ossos do ouvido, safena, válvulas cardíacas.

 

Damos abaixo uma lista de órgãos e tecidos que são utilizados para transplantes:

 

Córneas (retiradas do doador até 6 horas dpc e mantidas fora do corpo por até 7 dias);

Coração (retirado do doador apc e mantido fora do corpo por no máximo 6 horas);

Pulmão (retirados do doador apc e mantidos fora do corpo por no máximo 6 horas);

Rins (retirados do doador até 30 minutos dpc e mantidos fora do corpo até 48 horas);

Fígado (retirado do doador apc e mantido fora do corpo por no máximo 24 horas);

Pâncreas (retirado do doador apc e mantido fora do corpo por no máximo 24 horas);

Ossos (retirados do doador até 6 horas dpc e mantidos fora do corpo por até 5 anos).

Medula óssea (se compatível, feita por meio de aspiração óssea ou coleta de sangue);

Pele;

Valvas Cardíacas.

 

dpc - depois da parada cardíaca    apc - antes da parada cardíaca

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No Brasil comercialização e o tráfico de órgãos e tecidos são considerados crimes conforme o código penal.

Sugerimos, aos participantes do Salão de Humor, que evitem criar trabalhos que façam apologia a esta prática.

 

Ana Maria Braga

Aparecida Liberato (site www.abto.org.br)

Bruna Lombardi e Carlos Alberto Ricelli (site www.abto.org.br)

Chico Anísio (site  www.bos.org.br)

Deputado Federal Reinaldo Nogueira

Eduardo Galvão

Eduardo Martini

Fábio Júnior

Falcão (cantor)

Gerson (ex-jogador de futebol)

Gisele Etié

Gugu Liberato (site www.abto.org.br)

Guilherme Arantes

Jô Soares

Juan Alba

Leão Lobo (site www.abto.org.br)

Louro José

Lúcia Fromer, mãe do ex-guitarrista do grupo Titans, Marcelo Fromer

Lucio Mauro (site  www.bos.org.br)

Marcos Mion (site www.abto.org.br)

Marisa Orth

Maurício – Volley (site  www.bos.org.br)

Narciso (Jogador de futebol que recebeu transplante de medula)

Nicola Siri

Odilon Wagner (site www.abto.org.br)

Olga Bongiovani (site www.abto.org.br)

Orlando Drummond - “Seu Peru” (site  www.bos.org.br)

Os 3 do Rio (site  www.bos.org.br)

Oscar Magrini

Padre Marcelo Rossi (site  www.bos.org.br)

Prefeito de Indaiatuba José Onério da Silva

Regina Duarte (site  www.bos.org.br)

Robert Scheidt

Rogério Flausino (Banda Jota Quest)

Senador Cristovam Buarque

Tânia Alves (site  www.bos.org.br)

Toni Ramos (site  www.bos.org.br)      

Vera Holtz (site  www.bos.org.br)

Vereador Luiz Carlos Chiaparini (Indaiatuba-SP)

Vereador Tulio José Tomass do Couto (Indaiatuba-SP)

Zagalo

Zezé Polessa

Zilda Arns

 

Fonte: Internet + sites  www.abto.org.br, www.bos.org.br e www.doevida.org.br